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Me perguntaram
"Como uma menina tão linda pode me machucar tanto?"
Foi o que ele me perguntou. Eu sorri, ponderei e respondi:
"Primeiro, ela é uma pessoa, pessoas machucam. Segundo ela é uma menina, não uma mulher..."
Olhei para o céu, onde as andorinhas brincavam livremente.
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baseado em fatos reais =D
...
"...Estive com um anjo.
Um leve anjo branco.
Que dourava uma tarde cinza
apenas com seus sorrisos...
Mas este anjo estava triste
Isso me angustiava;
Como um ser tão belo
Podia sentir tristeza?
Ainda assim, aquela tarde se iluminou
Apenas com a presença daquele anjo;
Mas a verdadeira luz veio
Quando este anjo, por fim, sorriu
E continuou sorrindo,
Dourando aquela tarde cinza
O ar ficou mais leve
E o anjo mais leve que o ar
Tão leve aquele anjo ficou
Que subitamente alçou voo
Envolto em brancos e dourados
Fazia rodopios pelo ar
Cada vez mais leve e iluminado
Sem que eu perceba o anjo se afastava
Para onde eu não podia alcança-lo
Apenas pude ficar a observá-lo
Com um leve sorriso nos lábios
Fitei aquele brilho nos olhos
Daquele celeste dançante
Aos poucos a distância aumentou
Mas a sintonia ficou mais forte
E de longe nos cuidávamos por pensamento
Tão rápido...tão leve... e tão longe...
Mas algo me diz que um dia,
ficarei tão leve quanto o anjo
E quem sabe eu possa voar...
Só sei que estive com um anjo.
Um leve anjo branco.
Que dourava uma tarde cinza
apenas com seus sorrisos.."
D. Arteac
19/06/2012
...
"...Estive com um anjo.
Um leve anjo branco.
Que dourava uma tarde cinza
apenas com seus sorrisos..."
Olá meus caros, está aí uma coisa "nova" a que vou me dedicar. Essa pequena animação na verdade é uma série de quadros passados rapidamente para dar a impressão de movimento (princípio básico do vídeo e da animação). Estive pensando em fazer uma série de pequena animações e lançá-los, vamos ver se dá certo! Espero que gostem, e desde já peço-lhes desculpas pela ausência da música neste primeiro.
As vezes falta aquela "mãozinha" para cair na night...
No papel ainda...
Sombreamento para finalizar
Bon soir, meus caros leitores. Trago-lhes um texto interessante que recebi via Facebook, não sou adepto ao movimento de correntes e do "passe repasse" mas confirmo que esta história é verídica e acho que todos nós deveríamos parar um pouco por um breve tempo no nosso dia tão paranoico e admirar a beleza da mais simples das criações.
Um homem sentou-se em uma estação de metro em Washington DC e começou a tocar violino; era uma fria manhã de Janeiro. Ele tocou 6 peças de Bach por aproximadamente 45 minutos. Durante esse tempo, considerando que era horário de pico, calcula-se que 1100 pessoas passaram pela estação, a maioria a caminho pro trabalho.
Três minutos se passaram, e um homem de meia-idade percebeu que um músico estava tocando. Ele diminuiu o passo, parou por alguns segundos, e então apressou-se a seus compromissos.
Um minuto depois, o violinista recebeu sua primeira gorjeta de 1 dólar: uma mulher arremessou o dinheiro na caixa e continou a andar.
Alguns minutos depois, alguém encostou-se na parede para ouvi-lo, mas o homem olhou para seu relógio e voltou a andar. Obviamente ele estava atrasado para o trabalho.
O qual prestou mais atenção foi um garoto de 3 anos de idade. Sua mãe que o trazia, o apressou, mas o garoto parou pra olhar o violinista. Por fim, a mãe o empurrou fortemente, e a criança continuou a andar, virando sua cabeça a toda hora. Essa ação se repetiu por muitas outras crianças. Todos os pais, sem exceções, os forçaram a seguir andando.
Nos 45 minutos que o músico tocou, apenas 6 pessoas pararam e ficaram lá por um tempo. Aproximadamente 20 o deram dinheiro, mas continuaram a andar normalmente. Ele recebeu $32. Quando ele acabou de tocar, ninguém percebeu. Ninguém aplaudiu, tampouco houve algum reconhecimento.
Ninguém sabia disso, mas o violinista era Joshua Bell, um dos mais talentosos músicos do mundo. Ele acabara de tocar umas das peças mais difíceis já compostas, em um violino que valia $3,5 milhões de dólares.
Dois dias antes dele tocar no metrô, Joshua bell esgotou os ingressos em um teatro de Boston onde cada poltrona era aproximadamente $100.
Esta é uma história real. Joshua Bell tocou incógnito na estação de metrô, que foi organizado pelo Washington Post como parte de um experimento social sobre percepção, gosto, e prioridade das pessoas. O cabeçalho era: no ambiente comum em uma hora inapropriada: NÓS PERCEBEMOS A BELEZA ? NÓS PARAMOS PARA APRECIÁ-LA ? NÓS RECONHECEMOS TALENTO EM UM CONTEXTO INESPERADO ?
Uma das possíveis conclusões desse experimento poderia ser:
SE NÓS NÃO TEMOS TEMPO PARA PARAR E OUVIR UM DOS MELHORES MÚSICOS DO MUNDO TOCANDO ALGUMAS DAS MELHORES MÚSICAS JÁ COMPOSTAS, QUANTAS OUTRAS COISAS MAIS NÃO ESTAMOS PERDENDO ???
















